Apoiomedicos maconha

Quantas oportunidades perdemos na vida por termos ficado esperando o momento exato para falar algo e o momento passa? Quantas conquistas são perdidas por termos ficado esperando o desejo para começar a fazer algo?

A vida passa e vamos perdendo as oportunidades, por estarmos esperamos o desejo de fazer aparecer.

Sistematicamente digo a seguinte frase para um amigo: “a ação cria o sentimento”, digo isso pois temos a tendência de pensar ao contrário, de que tão logo eu tenha a vontade, farei algo.

Se formos esperar a vontade vir, o desejo aparecer ou estarmos nos sentindo prontos para encarar algum grande desafio… talvez nunca nos sentiremos prontos, não faremos a mudança e não sairemos do lugar.

Me lembro de tantas vezes que acordei de madrugada para treinar, olhei para o relógio com o sentimento que o corpo estava pesando uma tonelada e que a cama estava literalmente me segurando, mas basta levantar e colocar a roupa que o desejo de treinar, de encarar o desafio começa a crescer, a medida que começo agir o desejo de treinar aumenta.

Ou seja: não é o sentimento que nos faz agir, mas a ação que nos faz sentir motivados e empolgados em fazer algo.

Em relação ao uso medicinal da maconha, fico pensando quantas famílias estão hoje esperando o processo de importação do canabidiol ficar mais simples ou o produto estar disponível gratuito para tentar o tratamento de seus filhos? Quantas pessoas estão esperando ser autorizada a produção nacional para então tentar essa alternativa? Quantas pessoas poderiam encontrar na maconha um grande alivio, mas estão esperando o cenário mudar?

Será que já não está passando da hora de começar sua ação?

Agir é o primeiro passo para encarar um grande desafio. É preciso começar, agora, e não esperar o desejo aparecer, a coragem surgir. Comece sua ação, que a coragem, o desejo, o ímpeto irá se fortalecer a cada passo.

Simples assim, quer fazer? Então faça, não espere, pois a oportunidade pode estar passando!
#PenseNisso

Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC, consultor empresarial, professor universitário e funcionário de carreira da CAIXA. Pai da Anny Fischer, primeira brasileira autorizada judicialmente a importar derivado da maconha para uso medicinal. Casado com Katiele Bortoli, a familia luta unida pelo direito ao acesso de todos e da livre escolha em como se tratar: importando, produzindo no Brasil, laboratório ou auto cultivo da maconha.

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