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Tem gente que dá risada quando eu digo que maconha fumada também é medicinal, mas na verdade nem todo mundo sabe que a maconha interage diretamente com o corpo e há inúmeros componentes da maconha que podem nos ajudar não só em patologias raras, como em crises do dia-a-dia.

O sistema endocanabinóide:
Os endocanabinóides e seus receptores são encontrados em todo o corpo, no cérebro, órgãos, no tecido conjuntivo, nas glândulas e células do nosso sistema imunológico. Em cada tecido, o sistema canabinóide executa tarefas diferentes, mas o objetivo é sempre o mesmo — homeostase (manter o ambiente interno estável, independentemente do caos do ambiente externo).

E se não tivermos tantos canabinóides no corpo?
Após o mundo começar a avançar em relação as pesquisas de tratamentos com maconha descobrimos que a depressão pode estar ligada ao equilíbrio dos níveis de endocanabinóides no cérebro, ou seja, fumar um pode ser uma forma de “tentar equilibrar” os canabinóides do corpo e relaxar um pouco.

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Novo estudo indica que maconha pode ser eficaz contra depressão

Outros dois casos bem interessantes:

Alzheimer é causado pela perda de canabinoides

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Receptores de canabinóides:
Ok, já sabemos que temos recepetores em todo o corpo, mas é no cérebro que eles tem a força. Na nossa cabeça eles regulam a fome, dor e humor. Incorporado nas membranas celulares, e acredita-se que é mais numeroso que qualquer outro sistema do receptor. Foi descoberto até agora que há dois receptores de canabinóides no nosso corpo, o CB1 e CB2, mas já há estudos que falam sobre a possibilidade de um terceiro receptor. Será?

CB1 encontra-se principalmente no sistema nervoso, tecido conjuntivo, glândulas e órgãos;
CB2 está principalmente no sistema imunológico e estruturas associadas.

E Canabionóide ajuda?
Sim, desde pequeno. Quando nascemos e somos amamentados recebemos cabinóides no leite materno, é o canabinóide que promove a homeostase (dito acima) no corpo. Só não chapamos com a maconha do nosso corpo porque não há os componentes psicoativos do THC, mas todo esse sistema CB1 que falamos interagem direitinho com a maconha fumada, mas claro que cada caso é um caso e cada pessoa uma sentença.

As pesquisas com maconha não param por aí, com certeza a maconha tem potencial para oferecer benefícios para mais doenças e saberemos tudo quando a ciência começar a manipular frações moleculares, reza a lenda que ela será a maravilha do nosso tempo, como foi a penicilina no passado.

Então logo você provavelmente vai ver esse artigo crescer e ter mais tópicos 😉

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