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No novo relatório da New Frontier Financial Group sugere que a alta no consumo de energia nos Estados Unidos está sendo causado pelas plantações de maconha e não para de sumir. A estimativa é que em 20 anos o gasto dobre. O texto original é da VICE em inglês, mas traduzimos pra você 😉

Um novo relatório chamado “Iluminando a Cannabis: O Futuro da Energia na Indústria da Maconha” e escrito pela empresa New Frontier Financial Group, sugere que as plantações da erva ainda estão usando uma quantidade impressionante de eletricidade, o que seria equivalente ao consumo de 1,7 milhão de residências ou 1% de toda a energia consumida em todo o país – um número que tem sido citado como o consumo médio de energia por vários anos.

E este já altíssimo número pode aumentar ainda mais com o crescimento da indústria e a expansão da legalização do cultivo e consumo da maconha. Por causa da maneira em que a erva é cultiva indoor, o processo requer uma grande quantia de eletricidade para alimentar lâmpadas de calor, ventilação e sistemas de irrigação. Em algumas estimativas, a produção de 1kg de maconha gasta energia equivalente à dirigir através do país 7 vezes. No Colorado, as contas de luz de alguns cultivos chegam aos 6 dígitos. Atualmente, o custo de toda a energia usada em cultivos legais da cannabis chegam a US$ 6 bilhões (algo perto de R$ 24 bilhões).

De acordo com o site da New Frontier, a empresa “se esforça para ser a autoridade quando o assunto são dados analíticos e relatórios de indústria da maconha ao coletar dados confiáveis”. O atual relatório estima que a eletricidade utilizada pelos cultivadores do lado Norte do país vão dobrar nos próximos 20 anos.

A New Frontier diz que o custo desta energia pode se tornar um impedimento para futuras legalizações em estados que se preocupam com a sobrecarga em suas redes elétricas, e no mínimo vai diminuir o lucro nos negócios de cultivo da maconha.

O relatório também propõe algumas soluções, incluindo a promoção de cultivos outdoor – a qual os estados reguladores normalmente se opõe citando riscos de segurança pública. Ele também recomenda que as empresas realizem auditorias energéticas à fim de identificar áreas de melhoria, e defende a mudança para fontes de luz mais ecológicas, como os LEDs.

Claramente, os métodos de drenagem de energia utilizados no cultivo da maconha precisam ser revistos enquanto a indústria cresce. Seria uma vergonha se os benefícios da legalização da maconha fossem ofuscados pelos danos ao meio ambiente.

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