Quem acompanha política de drogas no país percebeu mais um passo atrás do nosso querido país. O maior crítico da descriminalização do consumo de drogas e defensor da internação compulsória, o retrógado Osmar Terra foi nomeado pelo ministro da justiça, Alexandre de Moraes. E agora?

Segundo a CartaCapital o mesmo ministro da da Justiça que apareceu cortando a maconha no parguai, Alexandre de Moraes, nomeou o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário (MDS), Osmar Terra, para uma vaga no Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad).

O site também reconhece que Osmar Terra é um avesso a evidências científicas o que faz um dos mais burros, um dos maiores críticos a descriminalização do consumo de drogas é autor de um projeto de lei que prevê aumento da pena para tráfico e internação compulsória de dependentes químicos.

Governo de Merda!

DOU

A nomeação de Osmar Terra e do secretário-executivo do MDS, Alberto Beltrame, para o cargo de conselheiro suplente no Conad é mais um retrocesso promovido pelo governo do presidente interino, Michel Temer (PMDB).

A jornalista que fez a matéria ainda conversou com Gabriel Santos Elias, coordenador de Relações Institucionais da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, a nomeação indica intervenção no bom trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Conad.

“A auto-indicação de Osmar Terra como representante do MDS indica duas possibilidades. Uma é a ocupação do espaço do conselho para intervir com um viés repressor, retrógrado e ineficaz em uma política que não é responsabilidade direta de seu ministério”, afirma.

“Outra possibilidade é o mero esvaziamento do Conad, uma vez que será difícil conciliar a participação do ministro ou de seu suplente em reuniões de um conselho de outro ministério. Essa indicação pode ter servido simplesmente para retirar os competentes servidores técnicos do ministério que o representavam no conselho. Nem o ministro da Justiça participa das reuniões do Conad, que faz parte de sua própria estrutura. Por que o ministro Osmar Terra participaria?”, continua Elias.

A matéria completa escrita pela Débora Melo, da Carta Capital – você pode ler aqui!

 

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