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O ex-meia Juninho Pernambucano emitiu uma forte opinião e criticou a postura proibitiva do país na “guerra contra as drogas” e citou o exemplo da liberação da maconha como um retrato da postura retrógrada do país.

“Essa coisa da proibição não existe. Estão matando nos morros por causa de cannabis. A cannabis é remédio, achamos que é droga. Brasil é atrasado. Nós somos do avesso”, comentou Juninho, que citou exemplos de antigos companheiros europeus para abordar a questão do alcoolismo.

“Se você nasceu num país que te deu educação desde o princípio, como na Europa, é diferente. Na Europa, joguei com alcoólatra no meu time, mas a coisa é mais aberta, mais educativa”, acrescentou.

Juninho opinou que há falta de acompanhamento com os jovens nas categorias de base dos grandes clubes. Inclusive destacou o caráter duro da pressão vivida pelos atletas ainda adolescentes nas divisões inferiores dos principais times do país, já que nem todos vão se firmar como profissional.

“Tem médico viciado, jornalista viciado. A pressão na vida te faz buscar soluções às vezes. Às vezes a pressão que jovem consegue para conseguir se firmar não é humana. Ninguém é capaz, principalmente no Brasil [de aguentar]”, concluiu Juninho Pernambucano.

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