Desde o primeiro minuto desta quinta-feira (01/10), qualquer cidadão acima dos 21 anos poderá comprar legalmente até 227 gramas de flores secas de maconha. Longas filas, muitos curiosos e promoções marcaram o primeiro dia de vendas em Oregon. As informações são da EFE via UOL.

Os moradores do estado do Oregon, nos Estados Unidos, puderam comprar pela primeira vez nesta quinta-feira (1º) maconha de maneira legal em dispensários, que até agora só vendiam cannabis como medicamento, e comemoraram a liberação do produto para fins recreativos.

Davia Fleming, 29, no centro, rodeada por jornalistas que registram a primeira venda legal de maconha para fins recreacionais em Portland, no Oregon (AP Photo/Timothy J. Gonzalez)

A legalização da maconha com essa finalidade no Oregon aconteceu em 4 de novembro de 2014, coincidindo com as eleições legislativas no país, quando os eleitores votaram a favor da Medida 91, que legalizava a posse, o cultivo e a venda.

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Desde 00h01 desta quinta-feira, qualquer cidadão com mais de 21 anos pode comprar legalmente até 227 gramas de flores secas de maconha para fumá-la em casa ou em espaços privados, já que o consumo da substância em público continua sendo ilegal.

Longas filas, muitos curiosos, promoções e camisetas para comemorar a liberação marcaram este primeiro dia de vendas, que representa um grande passo para a indústria do cannabis nos Estados Unidos, cujos empresários injetaram milhões de dólares desde que os Estados começaram a legalizar a erva.

Em novembro de 2012, Colorado e Washington aprovaram o consumo de pequenas quantidades de maconha para fins recreativos, opção à qual se uniram posteriormente Alasca e Oregon, Estado de forte tradição progressista e que, atualmente, tem 4 milhões de habitantes.

Lori Harvey, de Ashland (Oregon), cheira marijuana antes de comprá-la em uma loja

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Todos os territórios dos Estados Unidos que legalizaram a maconha recreativa alteraram a lei mediante votação popular, incluindo o Distrito de Columbia, onde se encontra a capital federal, Washington.

No caso do Distrito de Columbia, os eleitores aprovaram a legalização do consumo –mas não da venda– também em 4 de novembro e a prefeita sancionou a medida em 26 de fevereiro deste ano, apesar da oposição do Congresso, com jurisdição sobre o distrito.

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