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Decisão do Conselho Regional de Medicinal do Estado de São Paulo (CREMESP) regulamenta a prescrição do canabidiol (CBD) em crianças que não respondem ao tratamento convencional contra epilepsia.

Menos uma burocracia na vida das famílias que vivem em São Paulo e que lutam para conseguir uma receita de canabidiol para crianças com epilepsias de difícil controle. A partir desta semana, ficará mais fácil obter a prescrição da substância junto aos médicos. Isso porque foi publicado, no Diário Oficial da União, neste 09 de outubro, um texto do CREMESP que “regulamenta o uso do canabidiol nas epilepsias mioclônicas graves do lactente e da infância, refratárias aos tratamentos convencionais”.

Em outras palavras, os médicos que antes tinham receio de receitar o medicamento (por constar na lista proscritos da Anvisa) agora o podem fazer com mais tranquilidade. “Eles estão liberados para receitar o canabidiol, desde que o paciente atenda aos requisitos. Isso representa um beneficio, pois os profissionais não precisam mais ter receio de prescrever”, explica Mauro Aranha, vice-presidente do CREMESP.

Para tomar a decisão, o CREMESP considerou que os extratos vegetais têm princípios ativos eficazes contra doenças humanas. Também foi levado em conta que o canabidiol (CBD), presente na Cannabis sativa, pode ser isolado de modo seguro e ser usado sem levar a efeitos alucinógenos.

Segundo o vice-presidente do Conselho, Mauro Aranha de Lima, “o Cremesp entende que a principal justificativa para seu uso é a não efetividade dos medicamentos convencionais nessa forma grave de epilepsia, o que acaba por levar os lactentes e as crianças acometidas, na sequência inexorável de múltiplas crises convulsivas, ao retardo mental profundo e até mesmo à morte”.

Conseguir a receita do CDB é o primeiro de vários passos para poder importar o medicamento de maneira legal. Após reunir toda a papelada necessária, é preciso entrar com o pedido de importação junto à Anvisa.

Por fim, esperamos que a decisão do CREMESP liberte ainda mais a maconha de todo preconceito já existente, estimulando principalmente a classe médica a aprofundar-se nas buscas sofre as formas de uso e terapêuticas de TODA A PLANTA, que vai muito além do extrato rico em CBD que inclusive pode ser feito a partir do cultivo da espécie específica em seu jardim e o extrato produzido pelo próprio paciente ou familiares, proporcionando uma forma mais simples e de baixo custo a um tratamento mais digno e eficaz com a MACONHA! Afinal, #CBD é #Maconha!

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