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A Lei de Regulação Uruguaia que permite que o governo exerça controle sobre toda a cadeia de produção da maconha, porém a especialista Raquel Peyraube, a concentração de THC da Maconha estatal não é o bastante para competir com as demais. As informações são do El Observador.

“Não bate nada”
Essa foi a definição da presidente da Sociedade de Endocannabinologia do Uruguai, Raquel Peyraube, sobre os componentes da maconha estatal que começará a ser vendida hoje nas farmácias uruguaias. Uma das variantes do produto que será vendido nas farmácias terá 2% de tetrahidrocannabinol (THC) e 7% de cannabidiol (CBD). A outra terá 4% de THC. A especialista disse que a lei que regulamenta a maconha não vai cumprir sua meta de competir contra o narcotráfico, porque o uso recreativo tem como finalidade os efeitos psicoativos da droga.

“É uma pena que a lei tenha sido menosprezada desta forma, porque no papel era boa. Isto corresponde à lógica sanitarista e puritana do Ministério da Saúde Pública (MSP), no qual a última palavra é a do presidente Tabaré Vázquez, que é oncologista”, disse Peyraube ao El Observador.

Além disso também teve muita fila, em alguns pontos o processo teve problema com o reconhecimento de impressões digitais, mas o problema foi resolvido.

A especialista explicou que o CBD neutraliza os efeitos psicoativos do THC, portanto não há lógica em o primeiro componente estar presente quase quatro vezes mais que o segundo. “A imagem da embalagem que vazou foi a chacota das redes sociais”, segundo Peyraube.

Uma das embalagens nas quais será vendida a maconha estatal vazou na última quarta-feira, depois que o jornalista Diego Barbosa publicou uma foto em seu Twitter. Fontes das empresas que produzem a cannabis estatal confirmaram ao El Observador que a imagem mostra realmente um dos pacotes no qual a droga será vendida nas farmácias.

Segundo as fontes consultadas pelo jornal, o governo permitiu o máximo de 5% de THC, logo nenhum dos tipos de maconha estatal excederá esse percentual.

Na pontinha…

Agora que lá está legalizado, os usuários poderiam fazer igual o jovem mineiro que não achou o telefone do Proconha e resolveu chamar a polícia… (piada pronta!)

– Depois de comprar maconha, usuário liga para polícia avisando “era uma droga”

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