Apoiomedicos maconha

Ao longo da vida vamos criando referencias do que consideramos certo e errado. Essas referências se consolidam como nossos paradigmas e afetam nossas vidas sempre que precisamos tomar decisões.

Muitas vezes os problemas que precisamos enfrentar, as metas que precisamos atingir, parecem barreiras inexpugnáveis e por esse motivo, nosso comportamento e nossas decisões acabam sendo orientadas pela certeza do impossível, pela convicção de que não conseguiremos mudar as regras, os processos e que não podemos fazer diferente ou fazer a diferença.

Com essa visão, aceitamos as coisas como são, nos conformamos com as derrotas e não buscamos mudar a realidade instalada, e a solução está logo ali, APENAS escondida atrás dos preconceitos.

Se conseguirmos perceber nossos preconceitos, iremos mudar a visão de mundo. Ao mudar a forma que enxergamos o mundo, diferentes alternativas de solução irão saltar em frente aos nossos olhos.

E o que parecia impossível, tornar-se-á algo realizável.

Para alcançar resultados diferentes, basta agir diferente, mas para conquistarmos mudanças significativas, ir além do que consideramos hoje possível, precisamos mudar a forma de ver o mundo e devemos começar repensando nossos preconceitos, pois são eles que limitam nossa capacidade de ação e nossas decisões.

Para evoluir é necessário derrubar preconceitos em diferentes níveis, pessoal, familiar e sociedade.

A cada preconceito derrubado uma quantidade enorme de alternativas e possibilidades que antes eram impossíveis, tornam-se possibilidades.

E, lembre-se de que a única maneira de combater um preconceito é com informação, mas informação de qualidade.

#PenseNisso

Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC, consultor empresarial, professor universitário e funcionário de carreira da CAIXA. Pai da Anny Fischer, primeira brasileira autorizada judicialmente a importar derivado da maconha para uso medicinal. Casado com Katiele Bortoli, a familia luta unida pelo direito ao acesso de todos e da livre escolha em como se tratar: importando, produzindo no Brasil, laboratório ou auto cultivo da maconha.

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