Pesquisadores trabalham para que a Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, aprove o registro aqui no Brasil em 2019. Enquanto isso, o remédio só é comercializado na Europa e, principalmente, nos Estados Unidos. O paciente brasileiro precisa, portanto, importar o medicamento. Para isso, um médico deve prescrever a medicação e assinar um termo de responsabilidade. Depois, o paciente entra no site da Anvisa e pede a autorização. A análise leva em média dez dias. Mesmo com a brurocracia e o preço elevado, o número de autorizações quase dobrou neste ano em comparação com 2015, quando a compra passou a ser autorizada.

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