Apoiomedicos maconha

O ativismo proibicionista deve perder um dos mais ferrenhos contra a maconha, o político que conduziu uma oração em rede nacional logo após Bolsonaro vencer a eleição. O “vice dos sonhos” tomou um duro golpe após a recusa do posto e em recente entrevista ao The Intercept tentou disfarçar, mas mostrou abalado por não ter ganho nenhum ministério e afirma que não se dedicará mais a política.

Magno Malta parecia ter um lugar de destaque na equipe que comandará o país. Mas de uma hora para outra, porém, as coisas mudaram e ele perdeu o destaque em 30 anos de vida pública.

Primeiro, o capixaba que já foi recordista fazendo votos com campanhas contra a pedofilia e a maconha não conseguiu se reeleger como senador. Ele diz que abdicou de fazer campanha para si mesmo para se dedicar à de Bolsonaro e em seguida, foi deixado de lado pelo aliado. O pastor até chegou a dizer antes “vou ser ministro, sim“. Mas as pastas foram acabando e ele nunca foi chamado. O general Mourão, vice de Bolsonaro, chegou a se referir a Malta como “o elefante no meio da sala“, pois ninguém sabia o que fazer com ele.

Amanda Audi, do The Intercept teve a oportunidade de sentar ao lado dele no retorno para Brasília e descobriu que vai se dedicar a família e sair da vida pública após seis mandatos e afirma categoricamente que não quer mais disputar eleição.

O que Magno vai fazer à partir de agora? Segundo a entrevista ele vai se dedicar ao projeto de recuperação de viciados em drogas que mantém em Cachoeiro (motivo pela qual ele é a favor da proibição) ver os netos crescerem. “O meu papel foi feito. Tudo passa nessa vida”.

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