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A ideia é um tanto quanto futurista, mas nos Estados Unidos está se tornando normal fazer um exame cerebral simples, usando a tecnologia de eletroencefalograma (EEG) para ajudar pacientes que usam maconha medicinal a saber qual maconha terá mais benéficos para suas condições médicas.

A Tecnologia EEG, desenvolvida no início do século 20, usa eletrodos colocados no couro cabeludo para detectar flutuações e anomalias na atividade elétrica do cérebro.
Normalmente, EEGs são utilizados para avaliar problemas cerebrais como epilepsia, tumores e narcolepsia – mas David Goldstein e seus pesquisadores vieram com uma utilização mais 420 para essa tecnologia.

PotBotics co-fundadores David Goldstein, à esquerda, e Baruch Goldstein, direita.
PotBotics co-fundadores David Goldstein, à esquerda, e Baruch Goldstein, direita.

A criação é da PotBotics, fundada em 2014 por David e Baruch Goldstein e criaram a tecnologia usando duas ferramentas da empresa, chamadas BrainBot e PotBot, de acordo com relatórios em NY Daily News.

O BrainBot (Robô Cerebral) coleta dados de um capacete EEG, sem fio (eletroencefalografia) e depois os dados são enviados ao PotBot que com base nos dados mostra nos resultados, o tipo de maconha a ser usado e recomendações sobre os canabinóides. BrainBot mede reações cerebrais de diferentes níveis de canabinóides. Já o PotBot determina o que estirpe tem a combinação ideal de canabinóides para necessidades específicas de um paciente.

Os canabinóides são uma classe de compostos, incluindo tetrahidrocanabinol – mais conhecido como THC. O PotBot contém THC, mas cada tipo contém quantidades diferentes de outros canabinóides, que é por isso que algumas estirpes têm efeitos visivelmente diferentes.

O processo não é tão rápido e requer várias visitas até encontrar a reação mais ideal dos canábinoides. David Goldstein se explica sobre a necessidade de múltiplas visitas, dizendo: “Normalmente, leva entre três e quatro visitas para obter o intervalo que é melhor para o paciente. É possível dar apenas uma dose de medicamento a um paciente por vez “.

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A preocupação com a saúde é suprema, uma vez escolhido a strain o usuário fuma através de um sistema de inalação sem-combustão.

PotBotics afirma, “Nós vemos o futuro da cannabis diferente, não qual tipo de maconha é melhor para você, mas qual canabinoide é o melhor para você.”

Em maio de 2016, os dispositivos estarão disponíveis para uso comercial em consultórios médicos. A empresa diz que aparelhos de uso doméstico são esperados e estarão disponíveis até o final de 2016. A Califórnia é o mercado-alvo com planos de expansão para Nova York e outros estados no futuro próximo.

Via, Jornal Local, Nova York Daily News.
Tradução, Jonas Rafael Rossatto – SmokeBud

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